Orgulho e Preconceito

“Em vão tenho lutado comigo mesmo, mas nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos; preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente”

Séries

O Divaneandoo mostrará algumas de minhas séries prediletas.

Músicas

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Doramas

Fique por dentro das melhores séries asiáticas aqui no blog. You're Beautiful é e sempre será um dos meus queridinhos!

The King 2 Hearts

Um dos melhores doramas de 2012. Unindo romance, ação, suspense, comédia e drama numa história emocionante envolvendo uma monarquia coreana moderna em busca da unificação das Coréias.

Ojakgyo Brothers

Esse drama me cativou desde os primeiros episódios pela simplicidade da história e pelos inúmeros personagens pra lá de reais e apaixonantes. Confira a resenha aqui no blog.

Filmes de Bollywood

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Séries Britânicas

BREVE resenhas de séries britânicas. North and South é uma das melhores e mais queridas! Minha predileta!

Animes

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Running Man

Running Man é um dos programas de variedades mais bem sucedidos na Coréia e aqui no blog você encontra resenhas de episódios. Garantia de risadas!

sábado, 28 de março de 2015

Livro + Filme: Simplesmente Acontece [Love, Rosie]

Sabe quando você decide ver um filme apenas pelo cartaz? Então, foi exatamente o que aconteceu comigo em relação à Simplesmente Acontece, e lógico que depois de saber que Lilly Collins e Sam Claflin estavam no elenco fiquei ainda mais interessada. Vi o cartaz meses antes da esteia mas fiz questão de não ver o trailer e nem ler o livro, pois sei lá, queria me surpreender. Na  maioria das vezes leio o livro antes de ver o filme, mas desta vez fiz o contrário, e algo raro aconteceu: preferi o filme dez vezes mais!  


Dados do livro: 
Título no Brasil: Simplesmente Acontece
Título Original: Where Rainbows End
Editora: Novo Conceito
Total de Páginas: 448
Publicação: 2014

Tanto livro como o filme contam a história de Rosie e Alex que são vizinhos e amigos desde a infância. Para frisar, são realmente do tipo melhores amigos inseparáveis, que não ficam sem se ver e conversam a todo momento. Pois bem, quando jovens infelizmente são separados, e o motivo destoa no livro e filme. O que importa é que Alex vai morar em Boston (EUA) enquanto Rosie permanece na Grã Bretanha. 
Continuam a se comunicar frequentemente por cartas, cartões, mensagens, emails, telefones e de vez enquanto um acaba visitando o outro. Acompanhamos várias fases da vida de ambos, e a verdade é que rola um sentimento a mais entre eles ainda quando adolescentes, mas por vários motivos, e muitos dirão, por peças do destino, são sempre "impedidos" de ficar juntos.
Já digo que apesar de ser sobre a mesma história, achei livro e filme bem diferentes! E não sei ao certo se porque vi o filme primeiro e na ocasião surtei - pois é tão difícil ver um filme de romance assim nos cinemas hoje em dia, e Lily Colins e Sam Claflin ficaram tão bem juntos e conseguiram transmitir plenamente os sentimentos dos personagens de forma até a me emocionar e me fazer refletir sobre a vida e as chances que desperdiçamos. O fato é que fui então com muita sede ao pote ao ler o livro logo após ver o filme. 
Diferente do filme, onde a história se passa ao longo de 12 anos, no livro o tempo é bem maior. Friso, BEM maior. E OMG, que aflição acompanhar Alex e Rosie desencontrando-se SEMPRE. Ok, no filme há sim muitos desencontros também, mas o fizeram de uma forma tão cativante, no sentido que os encontros valiam totalmente a pena apesar da espera. E pelo menos pra mim, a Rosie do filme é mais forte e decidida que a do livro. 
Não insistia em pessoas e coisas que claramente não valiam a pena. E o Alex do livro também me deu mais aflição, ao ler o livro eu me segurava pra não ficar gritando: FALA LOGO O QUE SENTE RAPAZ! Mas também né, a Rosie não ajudava e fingia não sacar as coisas, só pode! Já no filme, tive a impressão que as coisas ficaram mais equilibradas e que os dois sofreram praticamente de forma igual!
O lado bom do livro é o fato de ser todo escrito na forma de cartas, emails, cartões e mensagens instantâneas. A leitura então flui mais rapidamente e é bem divertida. Me peguei rindo sozinha em vários momentos, e lógico que no livro temos mais detalhes da história. Se bem que no filme, há tantas cenas incluídas e outras tantas modificadas, e como já bem disse gostei muito mais de como as coisas aconteceram nele. 
Sempre elogio os filmes que conseguem ser fiéis aos livros, mas agora faço o contrário. Mérito da roteirista Juliette Towhidi que conseguiu manter a essência da história e fez alterações que só contribuíram para deixa-la ainda melhor. Na minha opinião, enalteceu o que tinha de bom e melhorou o que precisava ser melhorado. A passagem do tempo foi reduzida e os desdobramentos ficaram mais cativantes e ao mesmo, até emocionantes! 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Kill Me, Heal Me (K-Drama)

Por melhor que seja o drama, em algum momento infelizmente temos que dizer adeus e encarar o episódio final, e no meu caso, há algo ainda mais difícil: escrever a resenha! Lógico que amo vir aqui comentar com vocês sobre os doramas que assisto e o faço com prazer. Porém, é realmente difícil postar sobre dramas como Kill Me, Heal Me! Inclusive, ainda estou tentando encontrar palavras e pensar numa forma de falar tudo que senti e penso de uma forma equilibrada. Então segurem na mão aqui da blogueira e vamos tentar:


Título: 킬미, 힐미 / Kill Me, Heal Me
Gênero: Romance, Comédia, Medicina, Mistério
Total de Episódios: 20
Emissora: MBC
Período de Transmissão: 07 de janeiro à 12 de março de 2015
Produção: Han Hee
Direção: Kim Jin Man, Kim Dae Jin
Roteiro: Jin Soo Wan

Kill Me, Heal Me conta a história do chaebol Cha Do Hyun (Ji Sung) que após anos vivendo nos Estados Unidos, volta à Coreia a "pedido" da avó (a presidente do conglomerado) para buscar um lugar na empresa. O grande problema é que Do Hyun sofre de transtorno dissociativo de identidade - perde a consciência várias vezes, tendo lapsos de memória e com isso acabou criando várias personalidades diferentes. Logo esconder o problema de sua família e do pessoal da empresa seria um enorme desafio. Depois de alguns desdobramentos, Do Hyun acaba tendo a ajuda da psiquiatra Oh Ri Jin. E claro, que essa relação não ficará apenas na médico-paciente. Aliado a isso, temos o misterioso irmão da Ri Jin, o Oh Ri Ohn (Park Seo Joon), um escritor skalter que vive tentando descobrir mais sobre a história do Do Hyun. Apenas interesse de escritor? Ou há algo mais? E sendo dorama com chaebol, logicamente há toda uma disputa entre família para assumir a empresa. Sendo seu primo Cha Ki Joon (Oh Min Suk) seu principal rival e não ajuda nada este estar namorando Han Chae Yun (Kim Yoo Ri) - o primeiro amor de Do Hyun.

sábado, 21 de março de 2015

Gangnam 1970 (K-Movie)

Quem aí está com saudades do Lee Min Ho? Pois bem, para aplacar um pouco a abstinência resolvi ver hoje o aguardado Gangnam 1970 e logicamente venho então comentar um pouco sobre o filme:
 Título: Gangnam 1970
Também conhecido como: Gangnam Blues 
Direção e Roteiro: Yoo Ha
Data de estreia: 21 de janeiro de 2015
Duração: 135 min.
Gênero: Ação, Épico
Idioma: Coreano
País de Origem: Coreia do Sul


O filme retrata a história  de Kim Jong Bae (Lee Min Ho) e Baek Yong Ki (Kim Rae Won) - dois amigos que cresceram juntos, tratando-se como irmãos. 
Depois de alguns desdobramentos, acabam se envolvendo com um conflito de gangues em meio ao boom imobiliário dos anos 70 em Seul. Jong Dae conhece o então líder de uma gangue - Kang Gil Soo (Jung Jin Young) que junto com a filha Sun Hye (Seol Hyun) passam a ser como uma família. 
Há uma série de conflitos e brigas entre gangues, por acertos de dívidas e disputas de territórios; e em algum momento a amizade entre Jong Dae e Yong Ki é posta à prova, até porque ambos são ambiciosos. 

quinta-feira, 19 de março de 2015

Livro: O Duque e Eu - Julia Quinn [Os Bridgertons #01]

Prometi a mim mesma que em 2015 faria mais resenhas literárias e aqui estou então para começar a falar de uma das séries de livros que mais amo na vida: Os Bridgertons da querida Julia Quinn. Inclusive, foram na época que eu li um verdadeiro bálsamo para sanar minha abstinência de Jane Austen, que foi de fato quem me fez interessar em romances históricos. 
Título: O Duque e Eu
Título Original: The Duke and I
Série: Os Bridgertons 
Autor (a): Julia Quinn
Gênero: Romance Histórico
Editora: Arqueiro
Total de Páginas: 288
Ano: 2013

Vale salientar que os livros da série contam a história dos Bridgertons, uma família popular, querida e poderosa do início do século 19 na Inglaterra. Cada livro é protagonizado por um dos 8 irmãos. (Sim, isso mesmo, OITO irmãos, e são ordenados por nome em forma alfabética, sim acreditem!). São liderados por Violet Bridgerton, a super mãe que não vê a hora de ter todos seus filhos e filhas devidamente casados. E já deixo avisado que é impossível não amar todos os Bridgertons! Os livros são narrados de forma a nos trazer ora a visão da mocinha ora do mocinho, então estamos sempre por dentro dos sentimentos do casal. E aliado a tudo isso, temos no início de cada capítulo uma divertida coluna da Lady Whistledown, famosa por relatar de forma sarcástica e divertida os principais acontecimentos da sociedade londrina. 

Situado na Londres de 1813, em O Duque e Eu temos o início de tudo, sendo que este primeiro livro nos dá uma breve apresentação de praticamente todos os personagens da série, mas focando logicamente em seus protagonistas. Temos Simon Basset, duque de Hastings, que em vez de aproveitar sua riqueza e poder na Inglaterra, prefere viajar pelo mundo. No entanto, após 6 anos longe, retorna à casa para assumir seu título de duque e realizar assim sua vingança contra o pai odioso, pois não tem intenção nenhuma de continuar o ducado da família. Tudo que seu pai mais valorizava na vida era o título de nobreza, então Simon - traumatizado por falta de atenção e carinho - jurou que nunca iria se casar e dessa forma ter filhos para que o ducado tivesse continuidade. Tudo começa a mudar quando conhece Daphne Bridgerton em sua primeira festa após retornar ao país.

Daphne é a filha mais velha entre as garotas Bridgertons, mas apesar de ter o nome de uma das famílias mais respeitadas do país não consegue arrumar marido. Por ter crescido em meio a seu três irmãos mais velhos, Daphne tem mais facilidade de conversar e agir com naturalidade com os homens, que assim a veem mais como uma amiga que como mulher. Porém tudo começa a mudar quando Simon Basset adentra um certo baile...

Simon e Daphne acabam conhecendo-se em meio a um baile e depois de determinados desdobramentos - que me privo de citar para evitar spoilers - os dois decidem fingir um noivado. Isso acabaria matando dois coelhos numa cajadada só: Simon pararia de ser perseguido pelas mães casamenteiras em todos os eventos que frequentava, e Daphne por sua vez, acabaria enfim atraindo mais atenção masculina. Uma ironia, mas a verdade é que na época título e riqueza era o que mais importava, e ao tornar-se noiva de um duque passaria a ser o centro das atenções, e consequentemente despertaria o interesse de possíveis pretendentes - curiosos para saber o que um duque viu nela!

O grande problema seria convencer um tal de Antonhy Bridgerton (Livro 02 - O Visconde Que Me Amava) que essa seria uma boa ideia. Simon e Antonhy eram melhores amigos, e assim sabiam tudo um do outro, e a fama de serem libertinos não era por acaso. Assim, é difícil imaginar que um irmão concordaria de bom grato em deixar uma irmã à disposição de um amigo assim. Aliás, não só Antonhy dá trabalho, mas também os demais irmãos mais velhos de Daphne: Benedict (Livro 03 - O Perfeito Cavalheiro) e Colin (Livro 04 - O Segredo de Colin Bridgerton). E sim, eles juntos davam medo a qualquer um, e como o próprio Simon diz: Só um louco teria coragem de provocar esses três juntos! E aí meus caros, que começamos a amar de paixão os Bridgertons! Ok, que os irmãos são bem controladores e exageram, mas o carinho, amor e cuidado de uns para os outros é tão cativante que é impossível já não começar de cara a amar essa família. 

Porém mais difícil que convencer os irmãos, seria convencer os próprios Simon e Daphne que tudo não passava de uma fachada. Que o noivado não era real, que de fato não estavam comprometidos. Os dois começam a passar algum tempo juntos, e é lógico que sentimentos começam a aflorar. Já vimos esse tipo de história milhares de vezes - e pelo menos eu, nunca me caso - e sabemos onde tudo isso vai dar. Porém, lembrem-se que Simon tem aversão por casamento e família. Enquanto que Daphne acostumada a viver numa família numerosa não vê a hora de constituir a sua própria. Mas quebrar o coração de gelo e a forte determinação de vingança de Simon não seria fácil! Nada que nossa querida Daphne não dê um jeitinho. Mas é bem aos poucos! Sim, bem os pouquinhos!

Daphne apesar de não ter aquela beleza capaz de chamar a atenção de todo um salão de baile, é inteligente, perspicaz e divertida; capaz de manter uma conversa bem humorada e afiada com qualquer um, diferente da maioria absoluta de mocinhas frívolas da época. E sim, Simon não demora para perceber todas essas características que a tornam diferente e única. Mas novamente, ele é muito complicado! Há toda uma história por traz dessa aversão dele por casamento, e acreditem ou não, mas ele é gago apesar de lutar com todas as forças para não demonstrar para as demais pessoas. Sim, além de lindo, rico, influente e famoso por ser libertino, Simon é gago! Como resistir garotas?! Há todo um trauma para ser superado, e Daphne tem muito trabalho para que ele começasse a se abrir e assim deixar que seus sentimentos falem mais alto que suas convicções de uma vida inteira.

Gostei demais da Daphne e me identifiquei com em ela em vários aspectos, e é quase impossível não cair de amores pelo Simon, mesmo sendo tão teimoso. Assim, somos levados a uma avalanche de emoções junto com Simon e Daphne: ora estamos suspirando pelos flertes do casal, ora rindo das provocações dos irmãos, ora surtando com as cenas calientes, mas em grande parte sofrendo com os desentendimentos do casal. Pois são tão perfeitinhos um para o outro, que ansiamos por vê-los se acertando logo e livres de quaisquer impedimentos e traumas do passado.

Dessa maneira, O Duque e Eu é um ótimo livro, daqueles que você devora em poucas horas, mal percebendo que já o terminou quando o faz. A leitura é gostosa e viciante, e mais importante ainda é o fato que consegue com sucesso introduzir a história da família, a ponto de deixar os leitores ansiosos pelos demais livros da série.

Estou fazendo algo que sempre quis fazer durante anos: reler os livros dos Bridgertons. E é graças à editora Arqueiro que tem publicado todos os livros em português, e sei lá, fico muito feliz com todo o sucesso que a série está tendo, me sinto até boba, mas fico orgulhosa vendo o alcance dos livros e o quanto a Julia Quinn tem se tornado querida no meio literário. 

Espero que tenham gostado do post e aproveito para confessar que o escrevi duas vezes, pois não salvei o primeiro e o perdi. Então desculpem por este segundo não ter ficado tão bom, mas de qualquer maneira, vão se acostumando a ter mais resenhas literárias aqui no Divaneandoo. Afinal a blogueira aqui é uma leitora voraz e resolveu enfim criar vergonha na cara e escrever mais resenhas de livros, que é uma das grandes paixões dela. Obrigado pelo carinho e apoio sempre, e façam a blogueira feliz comentando sobre o post e se já leram o livro, o que acharam de O Duque e Eu?

sexta-feira, 13 de março de 2015

Heart To Heart (K-Drama)

É com prazer que venho hoje comentar sobre Heart To Heart - mais uma obra maravilhosa da sempre inovadora tvN. Terminei ontem e estou ainda vomitando litros de arco íris e totalmente estarrecida com tamanha perfeição de drama! E sem mais delongas vamos aos motivos porque AMEI tanto Heart To Heart. 
Título: 하트 투 하트 / Hateu Too Hateu/ Heart To Heart
Gênero: Romance, Comédia, Médico
Total de Episódios: 16
Emissora: tvN
Período de Transmissão: 09 de janeiro à 07 de março de 2015
Direção: Lee Yoon Jung
Roteiro: Lee Jung Ah (이정아)

- Atuação maravilhosa da Choi Kang Hee
Vou ser sincera, ao contrário de muitos gostei da Kang Hee em Protect The Boss, porém já em 7th Grade Civil Servant quase pego bronca da atriz. Hoje vejo, que o problema não foi tanto ela mas sim o roteiro que não lhe ajudou. Pois bem, comecei Heart To Heart com um pé atrás por ser com ela, e quase desisti de ver o drama. E ainda bem que não o fiz, pois hoje estou bem impressionada com a atriz que teve sua personagem da vida. Não acompanhei todos os dramas e filmes com ela, é verdade, mas sei lá, sinto que a Cha Hong Do deva ser melhor personagem da carreira da Kang Hee.  

Cha Hong Do é uma moça que sofre de androfobia (medo de pessoas, do convício social) e tem um severo problema de rubor (vermelhidão facial). Assim sendo, ela evita qualquer interação com qualquer pessoa e quando precisa sair está sempre acompanhada de seu capacete, porém vive praticamente presa em sua casa onde se sente segura. Porém, Cha Hong Do consegue conversar com as pessoas normalmente quando se veste e se passa por Oh Young Rae, que seria sua avó falecida. Isso mesmo, ela se veste e faz toda uma maquiagem para parecer uma idosa e assim consegue sair de casa e trabalhar de forma a ganhar dinheiro e conseguir se manter. 
Podemos dizer que Kang Hee faz quase duas personagens no drama, e ela foi absolutamente muito bem em ambas. Hoje não consigo sequer imaginar outra atriz no papel. Os olhares e gestos da atriz foram perfeitos, aliás a própria aparência da Kang Hee contribuiu bastante: aqueles olhos grandes e a voz só deixaram a Chang Hong Do ainda melhor.

quarta-feira, 11 de março de 2015

The Technicians (K-Movie)

Seja ocidental ou oriental, nunca dispenso filmes com essa temática de "ação criminal", ainda mais com Woo Bin e Hyun Woo no elenco! Hoje pude conferir The Technicians e OMG quase não surtei né?! Imagina!! Vamos ao post então: 

Título: 기술자들, The Technicians
Conhecido também como: The Con Artists, Criminal Designer
Gênero: Crime, Drama
Direção: Kim Hong-sun
Produção: Yook Kyung-sam
Cinematografia: Yoon Joo-hwan
Estreia: 24 de dezembro de 2014
Duração: 116 minutos
País de Origem: Coreia do Sul
Idioma: Coreano

The Technicians é sobre Lee Ji Hyuk (Woo Bin) - um ladrão profissional especializado em roubo de jóias e artefatos valiosos de cofres de alta segurança. Seu parceiro é o irreverente engenheiro Koo In (Ko Chang Suk). 

Juntos se preparam para roubar diamantes de uma joalheira e para isso contratam o hacker Jong Bae (Lee Hyun Woo) mesmo que este tenha fama de ser traíra. 
 
Nesse meio tempo Ji Hyuk aproxima-se de Eun Ha (Jo Yoon He) passando-se por investidor. Tudo ia bem até que - graças a fama bem sucedida o grupo - são chantageados pelo Presidente Jo (Kim Young Chul) - criminoso procurado pela polícia. Este faz com que o grupo lhe ajude a roubar 150 milhões de dólares de uma só vez no alfândega do porto de Icheon - um dos lugares mais bem protegidos de toda a Coreia. 

sábado, 7 de março de 2015

Hidamari no Kanojo (J-Movie)

Nem sei por onde começar o post, pois eu ainda estou tentando superar Hidamari no Kanojo, um filme que mesclou perfeitamente o talento de dois ótimos atores mais uma história maravilhosa, tocante e até mesmo surpreendente!  
Título: Hidamari no Kanojo
Conhecido também como: Girl in the Sunny Place
Gênero: Drama, Romance
Direção: Takahiro Miki
Roteiro: Osamu Koshigaya, Kosuke Mukai
Estreia: 12 de outubro de 2013
Duração: 129 minutes
País de Origem: Japão
Idioma: Japonês

Hidamari no Kanojo conta a história de Watarai Mao (Ueno Juri) e Okuda Kousuke (Matsumoto Jun) que seguindo o clichê de tantas histórias já contadas, apaixonam-se ainda na escola mas por algum motivo ficam sem se ver durante anos a fio até que já adultos voltam a se encontrar e consequentemente os sentimentos um pelo outro tem lugar outra vez. Asiáticos sempre conseguem colorir esse tipo de história de forma a não nos enjoar do clichê e ainda mais os japoneses sabem como ninguém dar aquele toque irresistível de sensibilidade. E aqui desde o começo do filme é impossível não amar Mao e Kousuke! 

Sou suspeita porque Matsujun e a Ueno Juri estão entre meus atores mais queridinhos. Mas é sério gente, ambos estão absolutamente lindos e impecáveis em seus personagens! E para melhorar ainda mais o roteiro do filme é incrível, no sentido de nos fazer apaixonar pelo casal de tal forma que nos emocionamos acompanhando todas as etapas da história que tinha tudo para ser logo esquecida entre tantas do mesmo gênero, porém soube com maestria surpreender nos momentos certos.  

terça-feira, 3 de março de 2015

Last Cinderella (J-Drama)

Acreditem ou não, mas estou aqui hoje para comentar sobre um j-drama! Isso mesmo, um drama japonês! Sabe o que é pior? É que eu AMO j-dramas também, mas é que k-dramas são tão mais fáceis de - digamos que - achar para assistir e acompanhar, que acabo por vezes me esquecendo dos japoneses! A boa notícia é que estou na vibe japa esses últimos tempos e aguardem que teremos mais resenhas deles aqui no blog logo mais. E nada melhor pra voltar a tomar gosto pela coisa, que ver um drama como Last Cinderella: leve, divertido e inusitado. Então sem mais delongas vamos a resenha, até porque devo ser a única blogueira a não ter comentado ainda o drama.

 Título: ラスト♡シンデレラ/ Last♡Cinderella
Formato: Renzoku
Gênero: Romantic comedy
Total de Episódios: 11
Emissora: Fuji TV
Período de transmissão: 11 de abril à 20 de junho de 2013
Roteiro: Nakatani Mayumi (中谷まゆみ)
Produção: Nakano Toshiyuki
Direção: Tanaka Ryo (田中亮), Hirano Shin, Sekino Munenori (関野宗紀)
Música: Hanzawa Takeshi (半沢武志)

A história é sobre Toyama Sakura (Shinohara Ryoko), uma mulher que apesar de estar prestes a completar 40 anos, preocupa-se muito mais com a vida profissional que a sentimental. Depois de ter esperança de finalmente torna-se gerente do salão de beleza onde trabalha, fica frustrada ao descobrir que um velho amigo - Tachibana Rintaro (Fujiki Naohito) chega para assumir o cargo. Nesse meio tempo, acaba conhecendo Saeki Hiroto (Miura Haruma) com o qual acaba passando a noite e logo se vê envolvida com o jovem pra lá de charmoso. Nem desconfia que Hiroto foi contratado para conquistá-la!


Pontos fortes de Last Cinderella