Orgulho e Preconceito

“Em vão tenho lutado comigo mesmo, mas nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos; preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente”

Séries

O Divaneandoo mostrará algumas de minhas séries prediletas.

Músicas

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Doramas

Fique por dentro das melhores séries asiáticas aqui no blog. You're Beautiful é e sempre será um dos meus queridinhos!

The King 2 Hearts

Um dos melhores doramas de 2012. Unindo romance, ação, suspense, comédia e drama numa história emocionante envolvendo uma monarquia coreana moderna em busca da unificação das Coréias.

Ojakgyo Brothers

Esse drama me cativou desde os primeiros episódios pela simplicidade da história e pelos inúmeros personagens pra lá de reais e apaixonantes. Confira a resenha aqui no blog.

Filmes de Bollywood

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Séries Britânicas

BREVE resenhas de séries britânicas. North and South é uma das melhores e mais queridas! Minha predileta!

Animes

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Running Man

Running Man é um dos programas de variedades mais bem sucedidos na Coréia e aqui no blog você encontra resenhas de episódios. Garantia de risadas!

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Livro: Muito Mais Que Uma Princesa (Laura Lee Guhrke)

Há muito tempo venho namorando este livro para comprar de tanto ver elogios nos fóruns de leitura e por recomendações de amigas. O título, capa e principalmente o fato de ser um romance histórico, despertaram meu interesse e dias atrás finalmente pude conferir Muito Mais Que Uma Princesa e trago hoje resenha.

 Título Original: She’s No Princess
Título Adaptado no Brasil: Muito Mais Que Uma Princesa
Autora: Laura Lee Guhrke
Gênero: Romance Épico
Editora: Essência
Ano de Edição: 2008
Número de Páginas: 344

O livro conta a história de Lucia Valenti - filha ilegítima do príncipe italiano Cesare de Bolgheri - que passou a vida sendo escondida da sociedade, afastada da mãe (cortesã) e sem carinho do pai. Para chamar a atenção deste, Lucia foi a perfeita filha rebelde, aprontando tudo o que não lhe era ensinado pelas freiras nos colégios que frequentou ao longo da vida.  Com cerca de vinte anos, sua reputação já estava comprometida, e seu pai buscando salvar o pouco que lhe restava, passa a reconhecê-la como filha, e aproveitando a estadia dela na Inglaterra (fugiu para a casa da mãe), faz um acordo junto ao governo britânico onde Lucia se casaria com um nobre inglês em troca de um excelente dote.

Sir Ian Moore é um honrado embaixador britânico, que famoso por seu profissionalismo, é sempre requisitado pelo seu governo para resolver questões diplomáticas complicadas em várias regiões do mundo. Vê sua vida mudar quando recebe a estranha incumbência de atuar como uma espécie de “casamenteria” para uma moça italiana com má reputação. Ian tem assim a difícil tarefa de encontrar um noivo da nobreza britânica que esteja disposto a desposar a italiana, sendo responsável por resolver os arranjos de tudo que envolvesse o casamento que será realizado dentre de poucas semanas quando o príncipe Cesare - pai de Lucia - vem à Inglaterra numa viagem oficial.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Hyde, Jekyll, Me (K-Drama)

E finalmente estou aqui para comentar sobre Hyde, Jekyll, Me – um dos doramas mais esperados e comentados de 2015. Pessoalmente, esperei muito mas muito mesmo, afinal era o comeback do Hyun Bin na TV e não perderia isso por nada, já que é um dos meus atores preferidos, e bem, é o Hyun Bin né?! Não dá para dispensar drama nenhum com o muso! Pois bem, fui uma das poucas defensoras de Hyde, Jekyll, Me que desde o começo de exibição foi massacrado nos fóruns doramáticos sendo excessivamente comparado com Kill Me, Heal Me e hoje trago post comentando o que gostei do drama e também o que não gostei, aliás, o que odiei! 
Título: 하이드 지킬, 나 / Haideu Jikil Na
Conhecido também como: Hyde, Jekyll, and I
Gênero: Romance, Comédia, Psiquiatria
Total de Episódios: 20
Emissora: SBS
Período de transmissão: 21 de janeiro à 26 de março de 2015
Produção: Lee Yong Suk
Direção: Jo Young Kwang
Roteiro Original: Webtoon Dr. Jekyll Is Mr. Hyde de Lee Choong Ho (이충호)
Roteiro adaptado: Kim Ji Woon (김지운)

Uma breve sinopse: Seo Jin sofre de transtorno dissociativo de personalidade. E enquanto é frio, só pensa em trabalho e pouco importa-se com as demais pessoas. Sua segunda personalidade - conhecido como Robin - é alegre, amoroso e gosta de salvar pessoas. Jang Ha Na volta à Coreia com a incumbência de dirigir o circo no País das Maravilhas - parque do Seo Jin e acaba envolvida com ele e sua luta para curar-se da doença. 



O que gostei em Hyde, Jekyll, Me

- Hyun Bin - mais lindo do que nunca
Sério pessoas! Se você é fangirl do Hyun Bin, já digo logo que vale a pena ver o drama só pra ficar babando em todos os episódios pela belezura da criatura! O serviço militar deu conta de melhorar o que já era excelente, e temos um Hyun Bin menos "rechonchudo" que em My Name is Kim Sam Soon e não tão magro como em Secret Garden. E ainda melhor que em The World That They Live In (ainda trago post!)
Hyun Bin está assim absolutamente perfeito em Hyde, Jekyll, Me: lindíssimo e atuando maravilhosamente bem! Por vezes esquecia-me que Seo Jin e Robin fossem a mesma pessoa, sendo que meu cérebro insistia em entender que os dois eram realmente irmãos – como se passavam para muitos na história.

terça-feira, 14 de abril de 2015

[VARIEDADES] We Got Married: Wooyoung (2PM) + SeYoung

Como ainda estou um pouco confusa sobre Hyde, Jekyll, Me, preferi adiar a resenha do drama, e trazer hoje post sobre um We Got Married e sim, faz um tempinho que não comento sobre o programa né?! Mas voltei a me  animar agora, e depois de meses protelando finalmente consegui terminar 2Young! E demorei não porque estava desgostando do casal! NÃO! Mas é que acabei descobrindo que uma coisa é você ver WGM com um integrante de 2PM antes de ser hottest e outra muito diferente é ver depois que aderiu ao fandom e pegou aquela mania boba de se apossar das criaturas! Espero que gostem do post!  
Antes de mais nada, é importante citar - para que ainda talvez não saiba - que We Got Married é um programa de variedades sul coreano onde dois famosos fingem estar casados por determinado tempo, durante o qual precisam cumprir uma série de tarefas dadas pela produção que visam os aproximar mais. No caso de Wooyoung (integrante do 2PM) e Seyoung (Love Rain, Faith, School 2013) tiveram seu primeiro episódio exibido em 11 de janeiro de 2014 - substituindo o casal Taeun na quarta temporada - e o último episódio foi em 13 de setembro do mesmo ano. 2Young é o apelido do casal, já que ambos tem Young no nome. Como sempre dividirei o post em tópicos de acordo com o que for lembrando do casal:
 

- Casal SUPER desconfortável no começo
É lógico que no começo todo casal de WGM fica um tanto quanto desconfortável, mas há alguns que se sobressaem na timidez, tipo TeukSora! E 2Young não ficou muito atrás! Os dois primeiros episódios foram extremamente difíceis, no sentido que mal conseguiam conversar e se olhar! Assistindo, fiquei com muita vergonha alheia junto com eles e apesar de sofrível, esse tipo de começo, pelo menos pra mim, só me deixa mais na expectativa para acompanhar o casal. Será que vão superar a timidez logo? Vão se soltar mais um com o outro? Skinships? 
 
  

sábado, 28 de março de 2015

Livro + Filme: Simplesmente Acontece [Love, Rosie]

Sabe quando você decide ver um filme apenas pelo cartaz? Então, foi exatamente o que aconteceu comigo em relação à Simplesmente Acontece, e lógico que depois de saber que Lilly Collins e Sam Claflin estavam no elenco fiquei ainda mais interessada. Vi o cartaz meses antes da esteia mas fiz questão de não ver o trailer e nem ler o livro, pois sei lá, queria me surpreender. Na  maioria das vezes leio o livro antes de ver o filme, mas desta vez fiz o contrário, e algo raro aconteceu: preferi o filme dez vezes mais! 


Dados do livro: 
Título no Brasil: Simplesmente Acontece
Título Original: Where Rainbows End
Editora: Novo Conceito
Total de Páginas: 448
Publicação: 2014

Tanto livro como o filme contam a história de Rosie e Alex que são vizinhos e amigos desde a infância. Para frisar, são realmente do tipo melhores amigos inseparáveis, que não ficam sem se ver e conversam a todo momento. Pois bem, quando jovens infelizmente são separados, e o motivo destoa no livro e filme. O que importa é que Alex vai morar em Boston (EUA) enquanto Rosie permanece na Grã Bretanha. 
Continuam a se comunicar frequentemente por cartas, cartões, mensagens, emails, telefones e de vez enquanto um acaba visitando o outro. Acompanhamos várias fases da vida de ambos, e a verdade é que rola um sentimento a mais entre eles ainda quando adolescentes, mas por vários motivos, e muitos dirão, por peças do destino, são sempre "impedidos" de ficar juntos.
Já digo que apesar de ser sobre a mesma história, achei livro e filme bem diferentes! E não sei ao certo se porque vi o filme primeiro e na ocasião surtei - pois é tão difícil ver um filme de romance assim nos cinemas hoje em dia, e Lily Colins e Sam Claflin ficaram tão bem juntos e conseguiram transmitir plenamente os sentimentos dos personagens de forma até a me emocionar e me fazer refletir sobre a vida e as chances que desperdiçamos. O fato é que fui então com muita sede ao pote ao ler o livro logo após ver o filme. 
Diferente do filme, onde a história se passa ao longo de 12 anos, no livro o tempo é bem maior. Friso, BEM maior. E OMG, que aflição acompanhar Alex e Rosie desencontrando-se SEMPRE. Ok, no filme há sim muitos desencontros também, mas o fizeram de uma forma tão cativante, no sentido que os encontros valiam totalmente a pena apesar da espera. E pelo menos pra mim, a Rosie do filme é mais forte e decidida que a do livro. 
Não insistia em pessoas e coisas que claramente não valiam a pena. E o Alex do livro também me deu mais aflição, ao ler o livro eu me segurava pra não ficar gritando: FALA LOGO O QUE SENTE RAPAZ! Mas também né, a Rosie não ajudava e fingia não sacar as coisas, só pode! Já no filme, tive a impressão que as coisas ficaram mais equilibradas e que os dois sofreram praticamente de forma igual!
O lado bom do livro é o fato de ser todo escrito na forma de cartas, emails, cartões e mensagens instantâneas. A leitura então flui mais rapidamente e é bem divertida. Me peguei rindo sozinha em vários momentos, e lógico que no livro temos mais detalhes da história. Se bem que no filme, há tantas cenas incluídas e outras tantas modificadas, e como já bem disse gostei muito mais de como as coisas aconteceram nele. 
Sempre elogio os filmes que conseguem ser fiéis aos livros, mas agora faço o contrário. Mérito da roteirista Juliette Towhidi que conseguiu manter a essência da história e fez alterações que só contribuíram para deixa-la ainda melhor. Na minha opinião, enalteceu o que tinha de bom e melhorou o que precisava ser melhorado. A passagem do tempo foi reduzida e os desdobramentos ficaram mais cativantes e ao mesmo, até emocionantes! 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Kill Me, Heal Me (K-Drama)

Por melhor que seja o drama, em algum momento infelizmente temos que dizer adeus e encarar o episódio final, e no meu caso, há algo ainda mais difícil: escrever a resenha! Lógico que amo vir aqui comentar com vocês sobre os doramas que assisto e o faço com prazer. Porém, é realmente difícil postar sobre dramas como Kill Me, Heal Me! Inclusive, ainda estou tentando encontrar palavras e pensar numa forma de falar tudo que senti e penso de uma forma equilibrada. Então segurem na mão aqui da blogueira e vamos tentar:


Título: 킬미, 힐미 / Kill Me, Heal Me
Gênero: Romance, Comédia, Medicina, Mistério
Total de Episódios: 20
Emissora: MBC
Período de Transmissão: 07 de janeiro à 12 de março de 2015
Produção: Han Hee
Direção: Kim Jin Man, Kim Dae Jin
Roteiro: Jin Soo Wan

Kill Me, Heal Me conta a história do chaebol Cha Do Hyun (Ji Sung) que após anos vivendo nos Estados Unidos, volta à Coreia a "pedido" da avó (a presidente do conglomerado) para buscar um lugar na empresa. O grande problema é que Do Hyun sofre de transtorno dissociativo de identidade - perde a consciência várias vezes, tendo lapsos de memória e com isso acabou criando várias personalidades diferentes. Logo esconder o problema de sua família e do pessoal da empresa seria um enorme desafio. Depois de alguns desdobramentos, Do Hyun acaba tendo a ajuda da psiquiatra Oh Ri Jin. E claro, que essa relação não ficará apenas na médico-paciente. Aliado a isso, temos o misterioso irmão da Ri Jin, o Oh Ri Ohn (Park Seo Joon), um escritor skalter que vive tentando descobrir mais sobre a história do Do Hyun. Apenas interesse de escritor? Ou há algo mais? E sendo dorama com chaebol, logicamente há toda uma disputa entre família para assumir a empresa. Sendo seu primo Cha Ki Joon (Oh Min Suk) seu principal rival e não ajuda nada este estar namorando Han Chae Yun (Kim Yoo Ri) - o primeiro amor de Do Hyun.

sábado, 21 de março de 2015

Gangnam 1970 (K-Movie)

Quem aí está com saudades do Lee Min Ho? Pois bem, para aplacar um pouco a abstinência resolvi ver hoje o aguardado Gangnam 1970 e logicamente venho então comentar um pouco sobre o filme:
 Título: Gangnam 1970
Também conhecido como: Gangnam Blues 
Direção e Roteiro: Yoo Ha
Data de estreia: 21 de janeiro de 2015
Duração: 135 min.
Gênero: Ação, Épico
Idioma: Coreano
País de Origem: Coreia do Sul


O filme retrata a história  de Kim Jong Bae (Lee Min Ho) e Baek Yong Ki (Kim Rae Won) - dois amigos que cresceram juntos, tratando-se como irmãos. 
Depois de alguns desdobramentos, acabam se envolvendo com um conflito de gangues em meio ao boom imobiliário dos anos 70 em Seul. Jong Dae conhece o então líder de uma gangue - Kang Gil Soo (Jung Jin Young) que junto com a filha Sun Hye (Seol Hyun) passam a ser como uma família. 
Há uma série de conflitos e brigas entre gangues, por acertos de dívidas e disputas de territórios; e em algum momento a amizade entre Jong Dae e Yong Ki é posta à prova, até porque ambos são ambiciosos. 

quinta-feira, 19 de março de 2015

Livro: O Duque e Eu - Julia Quinn [Os Bridgertons #01]

Prometi a mim mesma que em 2015 faria mais resenhas literárias e aqui estou então para começar a falar de uma das séries de livros que mais amo na vida: Os Bridgertons da querida Julia Quinn. Inclusive, foram na época que eu li um verdadeiro bálsamo para sanar minha abstinência de Jane Austen, que foi de fato quem me fez interessar em romances históricos. 
Título: O Duque e Eu
Título Original: The Duke and I
Série: Os Bridgertons 
Autor (a): Julia Quinn
Gênero: Romance Histórico
Editora: Arqueiro
Total de Páginas: 288
Ano: 2013

Vale salientar que os livros da série contam a história dos Bridgertons, uma família popular, querida e poderosa do início do século 19 na Inglaterra. Cada livro é protagonizado por um dos 8 irmãos. (Sim, isso mesmo, OITO irmãos, e são ordenados por nome em forma alfabética, sim acreditem!). São liderados por Violet Bridgerton, a super mãe que não vê a hora de ter todos seus filhos e filhas devidamente casados. E já deixo avisado que é impossível não amar todos os Bridgertons! Os livros são narrados de forma a nos trazer ora a visão da mocinha ora do mocinho, então estamos sempre por dentro dos sentimentos do casal. E aliado a tudo isso, temos no início de cada capítulo uma divertida coluna da Lady Whistledown, famosa por relatar de forma sarcástica e divertida os principais acontecimentos da sociedade londrina. 

Situado na Londres de 1813, em O Duque e Eu temos o início de tudo, sendo que este primeiro livro nos dá uma breve apresentação de praticamente todos os personagens da série, mas focando logicamente em seus protagonistas. Temos Simon Basset, duque de Hastings, que em vez de aproveitar sua riqueza e poder na Inglaterra, prefere viajar pelo mundo. No entanto, após 6 anos longe, retorna à casa para assumir seu título de duque e realizar assim sua vingança contra o pai odioso, pois não tem intenção nenhuma de continuar o ducado da família. Tudo que seu pai mais valorizava na vida era o título de nobreza, então Simon - traumatizado por falta de atenção e carinho - jurou que nunca iria se casar e dessa forma ter filhos para que o ducado tivesse continuidade. Tudo começa a mudar quando conhece Daphne Bridgerton em sua primeira festa após retornar ao país.

Daphne é a filha mais velha entre as garotas Bridgertons, mas apesar de ter o nome de uma das famílias mais respeitadas do país não consegue arrumar marido. Por ter crescido em meio a seu três irmãos mais velhos, Daphne tem mais facilidade de conversar e agir com naturalidade com os homens, que assim a veem mais como uma amiga que como mulher. Porém tudo começa a mudar quando Simon Basset adentra um certo baile...

Simon e Daphne acabam conhecendo-se em meio a um baile e depois de determinados desdobramentos - que me privo de citar para evitar spoilers - os dois decidem fingir um noivado. Isso acabaria matando dois coelhos numa cajadada só: Simon pararia de ser perseguido pelas mães casamenteiras em todos os eventos que frequentava, e Daphne por sua vez, acabaria enfim atraindo mais atenção masculina. Uma ironia, mas a verdade é que na época título e riqueza era o que mais importava, e ao tornar-se noiva de um duque passaria a ser o centro das atenções, e consequentemente despertaria o interesse de possíveis pretendentes - curiosos para saber o que um duque viu nela!

O grande problema seria convencer um tal de Antonhy Bridgerton (Livro 02 - O Visconde Que Me Amava) que essa seria uma boa ideia. Simon e Antonhy eram melhores amigos, e assim sabiam tudo um do outro, e a fama de serem libertinos não era por acaso. Assim, é difícil imaginar que um irmão concordaria de bom grato em deixar uma irmã à disposição de um amigo assim. Aliás, não só Antonhy dá trabalho, mas também os demais irmãos mais velhos de Daphne: Benedict (Livro 03 - O Perfeito Cavalheiro) e Colin (Livro 04 - O Segredo de Colin Bridgerton). E sim, eles juntos davam medo a qualquer um, e como o próprio Simon diz: Só um louco teria coragem de provocar esses três juntos! E aí meus caros, que começamos a amar de paixão os Bridgertons! Ok, que os irmãos são bem controladores e exageram, mas o carinho, amor e cuidado de uns para os outros é tão cativante que é impossível já não começar de cara a amar essa família. 

Porém mais difícil que convencer os irmãos, seria convencer os próprios Simon e Daphne que tudo não passava de uma fachada. Que o noivado não era real, que de fato não estavam comprometidos. Os dois começam a passar algum tempo juntos, e é lógico que sentimentos começam a aflorar. Já vimos esse tipo de história milhares de vezes - e pelo menos eu, nunca me caso - e sabemos onde tudo isso vai dar. Porém, lembrem-se que Simon tem aversão por casamento e família. Enquanto que Daphne acostumada a viver numa família numerosa não vê a hora de constituir a sua própria. Mas quebrar o coração de gelo e a forte determinação de vingança de Simon não seria fácil! Nada que nossa querida Daphne não dê um jeitinho. Mas é bem aos poucos! Sim, bem os pouquinhos!

Daphne apesar de não ter aquela beleza capaz de chamar a atenção de todo um salão de baile, é inteligente, perspicaz e divertida; capaz de manter uma conversa bem humorada e afiada com qualquer um, diferente da maioria absoluta de mocinhas frívolas da época. E sim, Simon não demora para perceber todas essas características que a tornam diferente e única. Mas novamente, ele é muito complicado! Há toda uma história por traz dessa aversão dele por casamento, e acreditem ou não, mas ele é gago apesar de lutar com todas as forças para não demonstrar para as demais pessoas. Sim, além de lindo, rico, influente e famoso por ser libertino, Simon é gago! Como resistir garotas?! Há todo um trauma para ser superado, e Daphne tem muito trabalho para que ele começasse a se abrir e assim deixar que seus sentimentos falem mais alto que suas convicções de uma vida inteira.

Gostei demais da Daphne e me identifiquei com em ela em vários aspectos, e é quase impossível não cair de amores pelo Simon, mesmo sendo tão teimoso. Assim, somos levados a uma avalanche de emoções junto com Simon e Daphne: ora estamos suspirando pelos flertes do casal, ora rindo das provocações dos irmãos, ora surtando com as cenas calientes, mas em grande parte sofrendo com os desentendimentos do casal. Pois são tão perfeitinhos um para o outro, que ansiamos por vê-los se acertando logo e livres de quaisquer impedimentos e traumas do passado.

Dessa maneira, O Duque e Eu é um ótimo livro, daqueles que você devora em poucas horas, mal percebendo que já o terminou quando o faz. A leitura é gostosa e viciante, e mais importante ainda é o fato que consegue com sucesso introduzir a história da família, a ponto de deixar os leitores ansiosos pelos demais livros da série.

Estou fazendo algo que sempre quis fazer durante anos: reler os livros dos Bridgertons. E é graças à editora Arqueiro que tem publicado todos os livros em português, e sei lá, fico muito feliz com todo o sucesso que a série está tendo, me sinto até boba, mas fico orgulhosa vendo o alcance dos livros e o quanto a Julia Quinn tem se tornado querida no meio literário. 

Espero que tenham gostado do post e aproveito para confessar que o escrevi duas vezes, pois não salvei o primeiro e o perdi. Então desculpem por este segundo não ter ficado tão bom, mas de qualquer maneira, vão se acostumando a ter mais resenhas literárias aqui no Divaneandoo. Afinal a blogueira aqui é uma leitora voraz e resolveu enfim criar vergonha na cara e escrever mais resenhas de livros, que é uma das grandes paixões dela. Obrigado pelo carinho e apoio sempre, e façam a blogueira feliz comentando sobre o post e se já leram o livro, o que acharam de O Duque e Eu?

sexta-feira, 13 de março de 2015

Heart To Heart (K-Drama)

É com prazer que venho hoje comentar sobre Heart To Heart - mais uma obra maravilhosa da sempre inovadora tvN. Terminei ontem e estou ainda vomitando litros de arco íris e totalmente estarrecida com tamanha perfeição de drama! E sem mais delongas vamos aos motivos porque AMEI tanto Heart To Heart. 
Título: 하트 투 하트 / Hateu Too Hateu/ Heart To Heart
Gênero: Romance, Comédia, Médico
Total de Episódios: 16
Emissora: tvN
Período de Transmissão: 09 de janeiro à 07 de março de 2015
Direção: Lee Yoon Jung
Roteiro: Lee Jung Ah (이정아)

- Atuação maravilhosa da Choi Kang Hee
Vou ser sincera, ao contrário de muitos gostei da Kang Hee em Protect The Boss, porém já em 7th Grade Civil Servant quase pego bronca da atriz. Hoje vejo, que o problema não foi tanto ela mas sim o roteiro que não lhe ajudou. Pois bem, comecei Heart To Heart com um pé atrás por ser com ela, e quase desisti de ver o drama. E ainda bem que não o fiz, pois hoje estou bem impressionada com a atriz que teve sua personagem da vida. Não acompanhei todos os dramas e filmes com ela, é verdade, mas sei lá, sinto que a Cha Hong Do deva ser melhor personagem da carreira da Kang Hee.  

Cha Hong Do é uma moça que sofre de androfobia (medo de pessoas, do convício social) e tem um severo problema de rubor (vermelhidão facial). Assim sendo, ela evita qualquer interação com qualquer pessoa e quando precisa sair está sempre acompanhada de seu capacete, porém vive praticamente presa em sua casa onde se sente segura. Porém, Cha Hong Do consegue conversar com as pessoas normalmente quando se veste e se passa por Oh Young Rae, que seria sua avó falecida. Isso mesmo, ela se veste e faz toda uma maquiagem para parecer uma idosa e assim consegue sair de casa e trabalhar de forma a ganhar dinheiro e conseguir se manter. 
Podemos dizer que Kang Hee faz quase duas personagens no drama, e ela foi absolutamente muito bem em ambas. Hoje não consigo sequer imaginar outra atriz no papel. Os olhares e gestos da atriz foram perfeitos, aliás a própria aparência da Kang Hee contribuiu bastante: aqueles olhos grandes e a voz só deixaram a Chang Hong Do ainda melhor.